ÁSHRAMA DO YOGA - DEFINIÇÃO E NORMAS DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DO YOGA

NORMAS FILOSÓFICAS E TÉCNICAS EM QUE UM ÁSHRAMA SE DEVE ENQUADRAR 

1. O QUE É UM ÁSHRAMA – Ás. - DEFINIÇÃO;

2. O QUE UM ÁSHRAMA NÃO É – NEM DEVERÁ SER;

3. RECOMENDAÇÕES PRINCIPAIS PARA A PRÁTICA FILOSÓFICA DO YOGA.

 

1. O QUE É UM ÁSHRAMA - Ás. - DEFINIÇÃO: O ÁSHRAMA - É UM TEMPLO da Luz Filosófica, do Desenvolvimento interior, da Energia Cósmica, da Paz e do Amor - com reflexos exteriores, pessoais, colectivos e Fraternos. É também a Casa do Grande Mestre (ou Primeiro Mestre – mais tarde Grão Mestre) - o Sat Guru.

O Profundo Desenvolvimento Interior é proporcionado pela Trimurti:

1. Conhecimento da Luz Filosófica da Tradição Primordial (no caso o Yoga Sámkhya);

2. Local da prática (o Áshrama), do Desenvolvimento Meditativo e da Iluminação Intelectiva – a Meta última do Yoga, pela Prática ou Percurso Filosófico (o Sádhaná); e a

3. Existência de um Verdadeiro Grande Mestre (Iluminado), inserido no Cordão dos Grandes Mestres Intemporais, de facto servidor da Tradição do Desenvolvimento da Humanidade, do Yoga, e do Sámkhya.

 

2. O QUE UM ÁSHRAMA NÃO É – NEM DEVERÁ SER

Não é um ginásio. Nem um local de adivinhação. Nem um local com aparelhos mecânicos, sem alma, nem proporção humana (por mais que se anunciem mestres mágicos nesses locais – de facto os Verdadeiros Mestres nunca lá entram – apenas frequentam os Áshrama). Nem local com música ensurdecedora e desequilibrante. 

 

3. RECOMENDAÇÕES PRINCIPAIS PARA A PRÁTICA FILOSÓFICA DO YOGA:

Não se deve tomar duche ou banho depois de uma aula do Yoga – só duas horas depois, no mínimo – para que toda a Formidável Energia dinamizada possa ser totalmente assimilada; nem tomar banho ou duche até pelo menos uma hora antes da aula ou prática;

Não deve comer até 3 horas antes da aula ou prática – refeição normal; ou até 2 horas antes – comida ligeira;

Pratica-se descalço, ou com meias.

O praticante neófito – Chela / Shishya deve, desde a primeira aula, ser orientado para o profundo mergulho interior, no seu próprio Micro Cosmos, “Feito à Imagem e Semelhança” de todo o Macro Cosmos (o que está em baixo é como o que está em Cima), insistindo no constante domínio da atenção sobre todos os fenómenos físicos e subtis que deve encontrar, e familiarizar-se com o Verdadeiro Percurso para descobrir os Autênticos Tesouros Interiores até à tão procurada Mui Subtil Essência da Vida, que Tudo Anima. Assim, o Praticante do Yoga é quem melhor se conhece a si próprio, e é o máximo responsável pela sobriedade da sua prática, pela sua Saúde e bem estar, devendo apoiar-se constantemente no seu Professor directo, e solicitarimediatamente orientação extra, sempre que sinta necessidade.

 

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